Não sei porque, mas ando obcecada por fotografias. Passo horas navegando por sites de fotógrafos. E aí, é claro, achei que pudesse me meter a ser pseudo-fotógrafa também. E foi em uma mesa de sinuca que resolvi tentar...
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
O desconforto que nós, mulheres ocidentais, sentimos quando olhamos para uma mulher sob uma burca, está presente ali também, debaixo dela? Os casamentos arranjados causam nas noivas tanto desagrado quanto imaginamos quando nos colocamos em seu lugar?Estas eram questões que me intrigavam sempre, especialmente depois de algumas doses de aulas de antropologia na faculdade. Afinal, algumas tradições são questão de desrespeito aos direitos humanos ou apenas de existência de diferentes culturas?
Acredito que O Livreiro de Cabul respondeu-me estas perguntas - dando-lhe as mais trágicas respostas.
O livro descreve o cotidiano de uma família afegã - não uma família típica, como diria Asne, mas singular.
E, página a página, é possível perceber o quanto o respeito quase incondicional à tradições antigas é fator de opressão a quase todos os seu membros. Desde o adolescente confinado à livraria do pai, sonhando com estudos, amigos e mulheres, até a irmã mais nova do livreiro, escrava da família, a qual parece fadada a passar seus dias varrendo a insistente poeira do chão.No entanto, o livro surpreendeu-me ainda mais a expor homens e mulheres que indignam-se com seu destino, fogem, vão à luta, procuram por uma vida melhor. Mulheres, inclusive, que vão à rua calçando chinelos e sandálias em protestos contra a burca e a opressão sofrida.
Para então apenas perceberem o quanto é inútil tentar...
Vale a pena ler!
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
O rock está vivo.
Em tempos em que Cláudia Leitte é escalada para o Rock in Rio, tive a oportunidade de ir ao show dos Titãs, no Sesc Catanduva, e perceber que o bom rock brasileiro ainda está vivo.
É emocionante assistir a uma banda com 25 anos de história, levar ao seu show jovens, adultos e até mesmo idosos - uma velhinha muito cute apareceu várias vezes no telão, na primeira fila e cantando todas as músicas. E fazer todos se emocionarem com letras como Epitáfio e mesmo gritar músicas como Vossa Excelência de forte teor político e rebelde.
Valeu a pena!
Vossa Excelência
Estão nas mangas
Dos Senhores Ministros
Nas capas
Dos Senhores Magistrados
Nas golas
Dos Senhores Deputados
Nos fundilhos
Dos Senhores Vereadores
Nas perucas
Dos Senhores Senadores...
Senhores! Senhores! Senhores!
Minha Senhora!
Senhores! Senhores!
Filha da Puta! Bandido!
Corrupto! Ladrão! Senhores!
Filha da Puta! Bandido!
Senhores! Corrupto! Ladrão!...
Sorrindo para a câmera
Sem saber que estamos vendo
Chorando que dá pena
Quando sabem que estão em cena
Sorrindo para as câmeras
Sem saber que são filmados
Um dia o sol ainda vai nascer
Quadrado!...
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segunda-feira, 11 de julho de 2011
Mãe, to na revista!

É sempre bom receber reconhecimento. Seja na forma de um prêmio ou de um simples elogio, o reconhecimento é a principal mola propulsora para qualquer trabalho. Foi assim que me senti quando a empresa júnior de que faço parte foi apontada em uma reportagem da revista Kappa, de São Carlos. Pode parecer pouca coisa, mas acredito que tenha sido responsável pela injeção de muita motivação na empresa, e especialmente em mim!
Valeu a pena!
Versão digital da revista - a resportagem está nas páginas 26 e 27
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quinta-feira, 7 de julho de 2011
Tapa na cara
Você já tomou água engarrafada. Eu também já. Seja por praticidade ou por crenças relacionadas a saúde e proteção, essas garrafinhas de plástico se espalharam, e estão em todos os lugares, do buteco da esquina a restaurantes requintados. Mas afinal, vale a pena trocar a tradicional "água de torneira" pela água engarrafada? Se você respondeu "sim", ou mesmo ficou em dúvida, vale a pena ver este vídeo

Um tapa na cara, não é? Este é apenas um dos diversos vídeos em que Annie Leonard, utilizando poucos recursos, gráficos, números e muito bom humor, aborda questões relacionadas a falhas no estilo de vida moderno. Análises inusitadas e perspectivas inovadoras são expostas de forma contundente e mesmo chocante, deixando ainda espaço, como trunfo ao final de cada vídeo, para a exposição de soluções simples e práticas para diminuir, ou mesmo reverter tais danos.
O primeiro e principal vídeo da série - The Story of Stuff - apresenta uma análise inesperada sobre o tradicional ciclo de produção industrial - composto por retirada de matéria-prima, fabricação, compra, consumo e descarte. Annie apresenta os meandros e detahes escondidos em casa fase de tal ciclo, aqueles sobre os quais ninguém comenta, e nos leva a refletir sobre a eficácia de tal. Afinal, um cenário em que 99% do que é adquirido pelos consumidores acaba descartado em menos de seis meses, e o nível de felicidade cai continuamente, algo deve estar errado!

Clique aqui para ver o vídeo
A solução proposta ao fim do vídeo me fez lembrar de um post interessantíssimo de Denis Russo sobre o livro Cradle to Cradle. Tal livro apresenta idéias, assim como as de Annie, inovadoras, propondo novos modelos de produção que sejam, ao mesmo tempo, viáveis, econômicos e ecologicamente corretos.
Se você, assim como eu, ecochata que sou, ficou fascinada pelo assnto, vale a pena assistir a estes vídeos também:
The Story of Cosmetics:
http://www.youtube.com/watch?v=b0UcYzqgtgA
The Story of Eletronics:
http://www.youtube.com/watch?v=MPWgqkIVgbw
The Story of Cap and Trade:
http://www.youtube.com/watch?v=IPS5jTwo1Tk
The Story of Coal (Não é dos mesmos produtores, mas segue a mesma linha)
http://www.youtube.com/watch?v=H-q4oY6mCec
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Um tapa na cara, não é? Este é apenas um dos diversos vídeos em que Annie Leonard, utilizando poucos recursos, gráficos, números e muito bom humor, aborda questões relacionadas a falhas no estilo de vida moderno. Análises inusitadas e perspectivas inovadoras são expostas de forma contundente e mesmo chocante, deixando ainda espaço, como trunfo ao final de cada vídeo, para a exposição de soluções simples e práticas para diminuir, ou mesmo reverter tais danos.
O primeiro e principal vídeo da série - The Story of Stuff - apresenta uma análise inesperada sobre o tradicional ciclo de produção industrial - composto por retirada de matéria-prima, fabricação, compra, consumo e descarte. Annie apresenta os meandros e detahes escondidos em casa fase de tal ciclo, aqueles sobre os quais ninguém comenta, e nos leva a refletir sobre a eficácia de tal. Afinal, um cenário em que 99% do que é adquirido pelos consumidores acaba descartado em menos de seis meses, e o nível de felicidade cai continuamente, algo deve estar errado!

Clique aqui para ver o vídeo
A solução proposta ao fim do vídeo me fez lembrar de um post interessantíssimo de Denis Russo sobre o livro Cradle to Cradle. Tal livro apresenta idéias, assim como as de Annie, inovadoras, propondo novos modelos de produção que sejam, ao mesmo tempo, viáveis, econômicos e ecologicamente corretos.
Se você, assim como eu, ecochata que sou, ficou fascinada pelo assnto, vale a pena assistir a estes vídeos também:
The Story of Cosmetics:
http://www.youtube.com/watch?v=b0UcYzqgtgA
The Story of Eletronics:
http://www.youtube.com/watch?v=MPWgqkIVgbw
The Story of Cap and Trade:
http://www.youtube.com/watch?v=IPS5jTwo1Tk
The Story of Coal (Não é dos mesmos produtores, mas segue a mesma linha)
http://www.youtube.com/watch?v=H-q4oY6mCec
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
O que vale na vida?
O que de fato vale a pena na vida?
As experiências que levamos?
A realização pessoal?
O crescimento que alcançamos?
Ter uma família, um filho, casamento sólido?
Realizar os sonhos mais sinceros?
Ser amado?
Ser feliz?
Colecionar bons momentos?
Olhar para trás e ver que tudo valeu a pena?
O que vale a pena na vida?
As experiências que levamos?
A realização pessoal?
O crescimento que alcançamos?
Ter uma família, um filho, casamento sólido?
Realizar os sonhos mais sinceros?
Ser amado?
Ser feliz?
Colecionar bons momentos?
Olhar para trás e ver que tudo valeu a pena?
O que vale a pena na vida?
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
O que você faria?
Meu desejo nunca foi que o blog se tornasse meramente uma exposição de indicações. No entanto, não pude resistir a esta.
A indicação de que falo trata do livro "Blecaute" de Marcelo Rubens Paiva.

A narrativa trata de uma idéia que a princípio soa como roteiro de filme hollywoodiano: três amigos ficam presos em uma caverna durante cerca de quatro dias e, ao sair, descobrem que todas as pessoas do mundo simplesmente transformaram-se em estátuas. Esta situação - que a príncipio gera espanto, dúvida e mesmo receio - acaba por ser também responsável por gerar outros sentimentos, ainda mais confusos e ambiguos: a sensação de ter todo o mundo a seu alcance e o desconforto gritante a indicar que este sonho já não tem mais graça.

De posse destes elementos, Marcelo Rubens Paiva cria uma narrativa deliciosa, em que o passado e o presente se mesclam e a mesquinhez humana se encancara. Assistimos a luta de três indivíduos por manter sua vida e sua sanidade, combatendo o tédio e o desespero com um pouco de bom humor e ilusão. Formidável!
No entanto, acredito que o maior trunfo do livro, ao menos para mim, foi tornar-me obcecada pela idéia de ter o mundo todo ao próprio alcance. Fui impelida a passar horas imaginando o que faria na condição dos personagens. Nestas divagações, encontrei respostas estranhas como espionar a vida das pessoas, pintar casas de cores esdrúxulas e montar coleções de objetos exóticos. Mas talvez a resposta que esteve mais presente o tempo todo foi viajar. E de fato me supreendi com o tempo que os personagens levaram para tanto!
Viajar talvez seja meu maior prazer, embora não o tenha feito tanto quanto gostaria. Quem sabe um dia ainda o mundo não se congele e eu possa então encarar o Cristo, a Torre Eiffel e a Estátua da Liberdade mais de perto.
Enfim, se você também quer descobrir suas respostas, vale a pena ler!
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A indicação de que falo trata do livro "Blecaute" de Marcelo Rubens Paiva.

A narrativa trata de uma idéia que a princípio soa como roteiro de filme hollywoodiano: três amigos ficam presos em uma caverna durante cerca de quatro dias e, ao sair, descobrem que todas as pessoas do mundo simplesmente transformaram-se em estátuas. Esta situação - que a príncipio gera espanto, dúvida e mesmo receio - acaba por ser também responsável por gerar outros sentimentos, ainda mais confusos e ambiguos: a sensação de ter todo o mundo a seu alcance e o desconforto gritante a indicar que este sonho já não tem mais graça.

De posse destes elementos, Marcelo Rubens Paiva cria uma narrativa deliciosa, em que o passado e o presente se mesclam e a mesquinhez humana se encancara. Assistimos a luta de três indivíduos por manter sua vida e sua sanidade, combatendo o tédio e o desespero com um pouco de bom humor e ilusão. Formidável!
No entanto, acredito que o maior trunfo do livro, ao menos para mim, foi tornar-me obcecada pela idéia de ter o mundo todo ao próprio alcance. Fui impelida a passar horas imaginando o que faria na condição dos personagens. Nestas divagações, encontrei respostas estranhas como espionar a vida das pessoas, pintar casas de cores esdrúxulas e montar coleções de objetos exóticos. Mas talvez a resposta que esteve mais presente o tempo todo foi viajar. E de fato me supreendi com o tempo que os personagens levaram para tanto!
Viajar talvez seja meu maior prazer, embora não o tenha feito tanto quanto gostaria. Quem sabe um dia ainda o mundo não se congele e eu possa então encarar o Cristo, a Torre Eiffel e a Estátua da Liberdade mais de perto.
Enfim, se você também quer descobrir suas respostas, vale a pena ler!
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